segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

como parar de roer as unhas


Quando há energia demais e você não sabe o que fazer com ela, é comum começar a roer as unhas ou fumar. As pessoas fazem qualquer coisa para se manterem ocupadas — é difícil aguentar a energia parada.

Quando alguém critica esse comportamento, alegando que é "nervosismo", você se sente reprimido. É como se não tivesse liberdade nem para roer as próprias unhas!

As pessoas acabam encontrando formas mais inofensivas de liberar essa energia, como mascar chiclete ou morder a caneta.

Essas são formas muito sutis, ninguém vai reclamar. Se você fumar um cigarro, quase ninguém vai reclamar, mas roer as unhas, que não faz mal algum, parece deselegante e infantil, e você tenta evitar.

Você tem que aprender a viver da forma mais energética, só isso, e todas essas manias desaparecerão. Dance mais, cante mais, nade mais e faça longas caminhadas. Use sua energia de maneira criativa e viva a vida de forma mais intensa. Saia do mínimo e vá para o máximo.

Se estiver fazendo amor, faça-o de forma selvagem, e não com "elegância", pois isso significaria não viver de fato, apenas fazer de conta que está vivendo. Você já não é mais uma criança, então pode fazer o que quiser em sua própria casa. Pule, cante e corra.

Faça isso durante algumas semanas. Você irá parar de roer as unhas sem nem mesmo perceber, pois agora você tem coisas muito mais interessantes para fazer — quem se preocupa com as unhas?

Mas fique atento à causa e não se preocupe demais com os sintomas.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

reciclar é preciso








Achei o máximo esta idéia! Serve para decorar festinhas infantis com tema fazendinha, para professores utilizarem com alunos, e para decoração geral, pois fica uma fofura! Me apaixonei! Quem se arrisca tentar? Bjs e ótima semana! Obrigada pela visitinha!
veja mais no:http://reciclagemearte.blogspot.com/

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

terça-feira, 1 de dezembro de 2009


O macaco e a macaca
Sentados num galho de árvore, o macaco e a macaca contemplavam o pôr-do-sol. Em determinado momento, ela perguntou:
“O que faz com que o céu mude de cor, na hora que o sol atinge o horizonte?”
“Se quisermos explicar tudo, deixamos de viver”, respondeu o macaco. “Fique quieta, vamos deixar o nosso coração alegre com este entardecer romântico”.
A macaca enfureceu-se.
“Você é primitivo e supersticioso. Já não dá mais atenção à lógica, e só quer saber é de aproveitar a vida”.
Neste momento, passava uma centopéia.
“Centopéia!”, gritou o macaco. “Como é que você faz para mover tantas patas em perfeita harmonia?”
“Nunca pensei nisso!”, foi a resposta.
“Então pense! Minha mulher gostaria de uma explicação!”
A centopéia olhou para suas patas, e começou:
“Bem.. eu flexiono este músculo…não, não é bem isso, eu tenho que jogar o meu corpo por aqui…”
Durante meia-hora, tentou explicar como movia suas patas, e, à medida que tentava, ia confundindo-se cada vez mais. Quando quis continuar seu caminho, já não podia mais andar.
“Está vendo o que você fez?”, gritou desesperada. “Na ânsia de descobrir como funciono, perdi os movimentos!”
“Está vendo o que acontece com quem deseja explicar tudo?”, disse o macaco, voltando a assistir o pôr-do-sol em silêncio.