quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

a arrogância do poder

Mestre e discípulo conversavam numa esquina, quando uma velha os abordou:

“Saiam da frente da minha vitrine!”, gritou a velha. “Vocês estão atrapalhando os fregueses”.

O mestre pediu desculpas, e mudou de calçada.

Continuaram a conversa, quando um oficial aproximou-se.

“Precisamos que o senhor se afaste desta calçada”, disse o oficial. “O conde irá passar por aqui daqui a pouco”.

“Que o conde use o outro lado da rua”, respondeu o mestre, sem se mover.

Depois se virou para seu discípulo:

“Não esqueça: jamais seja arrogante com os humildes. E jamais seja humilde com os arrogantes”.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

a fragilidade do amor

Não pense que o amor é eterno. Ele é muito frágil, tão frágil quanto uma rosa. Pela manhã, ela está ali; ao entardecer, ela se foi. E pequenas coisas podem destruí-la.

Quanto mais elevado for algo, mais frágil será. Ele precisa ser protegido. Uma pedra permanecerá, mas a flor irá embora. Se você atirar uma pedra na flor, a pedra não se machucará, mas a flor será destruída.

O amor é muito frágil, muito delicado. Você precisa ser muito cuidadoso e cauteloso com ele. Você pode causar tal dano que o outro se fecha, fica defensivo.

Se você estiver brigando muito, seu parceiro começará a escapar; vai se tornar cada vez mais frio e fechado, de modo a não ficar mais vulnerável a seu ataque. Então, você o atacará ainda mais, porque você resistirá a essa frieza.

Isso pode se tornar um círculo vicioso, e é assim que as pessoas enamoradas pouco a pouco se separam. Elas se afastam uma da outra e acham que a outra foi a responsável, que a outra a traiu.

Na verdade, como percebo, nenhuma pessoa enamorada jamais traiu alguém. É somente a ignorância que mata o amor. Ambas queriam ficar juntas, mas ambas eram ignorantes. A ignorância delas fez com que entrassem em jogos psicológicos, e esses jogos se multiplicaram.


Osho, em "Osho Todos os Dias: 365 Meditações Diárias"

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

bonde histórico em porto alegre


Garantidos recursos para o projeto do Bonde Histórico, em Porto Alegre

O projeto executivo de implantação do Bonde Histórico de Porto Alegre receberá R$ 400 mil do Ministério do Turismo para estudo de viabilidade. O anúncio foi feito nesta sexta-feira, 15, durante audiência entre o prefeito José Fogaça, o secretário municipal do Turismo, Luiz Fernando Moraes, o deputado estadual Fabiano Pereira e representantes da Trensurb.

Os recursos foram liberados pelo Ministério do Turismo no final de dezembro, dentro da antecipação de verbas resultantes da carta-consulta que a Secretaria Municipal de Turismo apresentou ao Programa de Desenvolvimento do Turismo (Prodetur Nacional), que visa a destinação de recursos para investimentos no turismo da Capital. “A implantação do projeto do Bonde Histórico será um elemento que dará um charme especial ao processo de revitalização do Centro de Porto Alegre”, considerou Fogaça.

O Projeto Cultural de Reintrodução do Bonde na Memória e na Paisagem de Porto Alegre foi idealizado pelo programa Viva o Centro. Com os recursos liberados pelo Ministério do Turismo, poderão ter início o estudo de viabilidade e o projeto executivo da obra de implantação da obra. No total, deverão ser liberados cerca de R$ 1,4 milhão para o projeto.

Conforme o coordenador do Viva o Centro, Glênio Bohrer, a proposta prevê estações para embarque e desembarque, linha do Bonde Histórico, Centro de Memória do Transporte Público Porto-alegrense e reurbanização e qualificação paisagística do espaço público.

Linha do Bonde Histórico - A revitalização dos bondes em uma linha turística apresentará Porto Alegre e seu patrimônio histórico através de um retorno ao passado. O trajeto conta com uma extensão de 3.320 metros de trilhos e via aérea simples. Dois bondes tipo “Brill” restaurados deverão comporão a frota. O itinerário inicia no Largo Glênio Peres, segue pela rua Sete de Setembro e passa pelas ruas Gen. Portinho, Andradas e Salustiano até o terminal junto à praça Júlio Mesquita, próximo ao Gasômetro. O itinerário retorna pela Rua Salustiano até a rua dos Andradas, passando pela Vigário José Inácio, Otávio Rocha e ingressando na Praça XV, junto ao antigo abrigo dos bondes.

O trajeto do bonde histórico passa pelo chamado “Corredor Cultural” de Porto Alegre, incluindo eixos das ruas dos Andradas e Sete de Setembro e adjacências, onde estão localizados vários prédios e monumentos de grande valor cultural e turístico.

Principais pontos:

• Mercado Público
• Chalé da Praça XV
• Paço Municipal
• Fonte Talavera
• Santander Cultural
• Praça da Alfândega
• Igreja Episcopal do Brasil
• Memorial do Rio Grande do Sul
• Museu de Arte do Rio Grande do Sul
• Casa de Cultura Mário Quintana
• Museu Militar
• Museu da Brigada
• Museu da Marinha
• Cine Imperial
• Igreja N. S. das dores
• Usina do Gasômetro
• Museu da Eletricidade
• Museu da Com. Social J.H. da Costa
• Galeria Chaves
• Clube do Comércio

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

as 3 peneiras





Um rapaz procurou Sócrates e disse que precisava contar-lhe algo.

Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou:

- O que você vai me contar já passou pelas três peneiras?

- Três peneiras?

- Sim. A primeira peneira é a VERDADE. O que você quer contar dos outros é um fato? Caso tenha ouvido contar, a coisa deve morrer aí mesmo. Suponhamos então que seja verdade.

Deve então passar pela segunda peneira: a BONDADE. O que você vai contar é coisa boa? Ajuda a construir ou destruir o caminho, a fama do próximo?

Se o que você quer contar é verdade e é coisa boa, deverá passar pela terceira peneira: a NECESSIDADE. Convém contar? Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade? Pode melhorar o planeta e, arremata Sócrates:

-Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, você e seu irmão nos beneficiaremos. Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e levar discórdia entre irmãos, colegas do planeta.

Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

prova que me ama


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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

beirut

Beirut é o nome da banda de Zach Condon, nativo de Santa Fe, Novo México. O primeiro lançamento oficial com o nome de Beirut contou com a colaboração de Jeremy Barnes (Neutral Milk Hotel, A Hawk and a Hacksaw) e Heather Trost (A Hawk and a Hacksaw); ele combina elementos do Leste Europeu e do folk. Zach Condon tem o trompete e o ukelele como seus principais instrumentos