sábado, 27 de fevereiro de 2010

para ouvir

http://www.youtube.com/watch?v=AV9SzppFO6Q
foi desativada a incorporação,mas da pra ouvir nesse endereço acima

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

nem tudo,zelia duncan




NEM TUDO Composição: Edu Tedeschi Zélia Duncan


Nem tudo que reluz corrompe
Nem tudo que é bonito aparenta
Nem tudo que é infalível se aguenta

Nem tudo que ilude mente
Nem tudo que é gostoso tá quente
Nem tudo que se encaixa é pra sempre

Nem tudo que é sucesso se esquece
Nem todo pressentimento acontece

Nem tudo que se diz tá dito
Nem tudo que não é você é esquisito

Nem tudo que acaba aqui
Deixa de ser infinito
Nem tudo que acaba aqui
Deixa de ser infinito

a freeway é free mesmo....

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

o circo foi embora


a quem interessar tou avisando que o circo foi embora da praia..ainda bem...

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Sem lenço e sem documento


Homem vive sem dinheiro nenhum porque quer
Mark boyle abriu mão de uma vida confortável em Bristol, na Inglaterra. Esse economista, que faturava o equivalente a R$ 10 mil por mês, jogou tudo para cima e passou a viver sem um centavo no bolso.
Ele não vê a cor do dinheiro há 15 meses e ainda ri à toa. Mark Boyle, 30 anos de idade, formado em economia, vive num trailer que ia para o ferro velho. O fogão é à lenha e a madeira é coletada nas matas da redondeza.

Telefone só do tipo pré-pago, mas sem crédito, apenas para receber chamadas. Higiene pessoal, no rio, com a pasta de dente e o sabonete feitos de cartilagem de peixe e farinha de sementes de erva doce.

Mark boyle abriu mão de uma vida confortável em Bristol. Esse economista era dono de uma loja de alimentos orgânicos, faturava o equivalente a R$ 10 mil por mês. Tinha uma boa casa, carro do ano, frequentava restaurantes, cinemas, teatros.

De uma hora para outra jogou tudo pra cima e passou a viver sem um centavo no bolso. O que era para ser uma simples experiência virou um exemplo de vida para lá de alternativa.

Mark explica que vivia estressado, em meio a contas, extratos bancários, dívidas. Desde que decidiu encarar essa nova vida, não sabe mais o que é ter uma dor de cabeça.

Ele concorda que no mundo atual seria impossível abolir o dinheiro, mas acredita que em pequenas comunidades, mesmo na cidade, o sistema de troca poderia substituir grande parte das transações comerciais. As roupas que usa, por exemplo, foram pagas com verduras.

“Revirando latas de lixo, descobri que um terço da comida que as pessoas compram no supermercado é jogado fora. Com o desperdício semanal de uma única família britânica de porte médio, daria para fazer um banquete para 50 pessoas. Isso pode e precisa ser mudado”, diz Mark.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

matar o tempo

Você pode desperdiçar sua vida facilmente, porque ela é curta demais.

Mas isto é estranho: se você pergunta às pessoas: "Por que vocês estão jogando cartas? Por que estão jogando pôquer? Por que estão tão envolvidas nesse jogo de xadrez?", elas dizem: "Para matar o tempo".

Como se tivessem mais tempo do que precisam. Como se o tempo fosse tão inútil que é preciso matá-lo.

O tempo é a coisa mais preciosa. Quando ele passa, passa para sempre. E nós não temos muito tempo; a vida é realmente bastante curta. Ela passa tão depressa que entre o nascimento e a morte não há um período muito longo.

E as pessoas matam o tempo sem saber que, na verdade, o contrário é que acontece: o tempo é que as mata.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

definições

As definições são sempre do passado, enquanto a vida é sempre do presente.

A vida está em constante mudança, tudo está mudando a cada momento, mas as definições permanecem fixas, continuam estáveis. Não há crescimento, não há mudança nelas.

Elas são como as nossas fotografias. Suponha que alguém tire a minha foto: agora essa imagem permanecerá fixa e estática, enquanto eu estou ficando mais velho a cada momento.

A vida é como uma pessoa viva; definições são rígidas e sem vida.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

no stress


Empresa cria bolas anti-estresse que fazem caretas


Depois de anos sendo usadas como brinde ou ferramenta de propaganda, as bolas anti-estresse parecem finalmente chegar ao próximo estágio – transformando-se em verdadeiros gadgets. A última novidade são bolas anti-estresse que já vêm com expressões divertidas. Criadas pelas designer japonesa Makiko Yoshida, as bolas anti-estresse com expressões produzidas pela H. Concept são feitas com o mesmo material resistente, em cores sóbrias. A diferença, que talvez seja parte de seu sucesso, é que ao apertar as bolas, é mais fácil tentar visualizar a “cara” de quem está causando tanto estresse naquele dia.
Segundo a empresa, até mesmo os menos ansiosos podem encontrar uma razão para experimentar o produto. Sem estresse, as bolas servem para divertir aqueles que insistem em enfeitar suas baias no trabalho. As bolas custam US$ 55.


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

foi duca.....


the cranberries,porto alegre,03/02/2010