sábado, 29 de maio de 2010

Morre aos 74 anos o ator e diretor Dennis Hopper, de 'Easy rider'

O ator e diretor de cinema americano Dennis Hopper morreu neste sábado (29), aos 74 anos, segundo um amigo da família citado pela agência Reuters e segundo sua produtora.

Ele morreu cercado de parentes, em sua casa em Venice, subúrbio de Los Angeles, às 8h15 locais (12h15 de Brasília), segundo Alex Hitz, amigo do ator e diretor de 'Easy Rider'.

Ele sofria de câncer na próstata fazia tempo e morreu de complicações decorrentes da doença.

Obra
Hopper dirigiu e atuou em 'Easy rider' (Sem destino, na tradução brasileira), de 1969, um road movie considerado sua obra-prima.

Hopper teve uma carreira variada, que durou mais de 50 anos. Ele surgiu ao lado de James Dean em "Rebelde sem causa" e "Assim caminha a humanidade", nos anos 1950. Também atuou em "Apocalypse now", de Francis Ford Coppola e "Veludo azul", de David Lynch.

Ele recebeu duas nomeações para o Oscar: pelo roteiro de "Easy rider", e por uma atuação como um técnico de basquete alcoólatra em "Hoosiers", de 1986.

Segundo a crítica, "Easy rider" mudou a história do cinema americano, ao abrir caminho nos anos 1970 para uma nova geração de diretores em Hollywood, como Coppola e Martin Scorsese.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

play-beckett


é muito estranho,mas gostei...

sexta-feira, 21 de maio de 2010

O time do São Paulo não precisa de elenco


O time do São Paulo não precisa de elenco, de jogador, de treinador, presidente, CT, nada. Tá tudo la. Entre questionaveis e inquestionaveis, é capaz sim de disputar qualquer titulo.

O que faltava? Tesão!

Sim, tesão! Aquela coisa de querer fazer o terceiro quando o jogo está resolvido. Aquela vontade de dar um carrinho e ver a torcida vibrar com ele. O prazer de ver a casa cheia, de fazer um belo gol, de sair aplaudido.

Não confunda vontade de vencer com vontade de jogar bola. Vontade de vencer o SPFC tem e sempre teve. O que não tinha era vontade de jogar bola.

Com aqueles penaltis, um despertador tocou. Rogério vibrando no meio campo, a torcida feliz, pulando, o time abraçado com o suor da conquista em cima do imponderável e não do planejavel.

Futebol, como ele sempre foi. Apaixonante. Pra você, pra mim e pra eles.

Jogadores também precisam estar apaixonados para fazer algo bem feito. E no SPFC ninguém se apaixona há muito tempo. É frio, um casamento de rotina, chato, com bons frutos, mas… sem vida.

E então, com o grupo motivado, encantando com a emoção da conquista, vem o Mineirão. E lá, vem a filosofia do regulamento na mão e da raça. O SPFC conquista outra vitória muito suada, dificil. mas sem jogar nada que encha os olhos. Até natural, o time não estava pronto.

Chega o tal “cara”. Aquele que mudou TUDO em 2005, e que pode mudar agora. Não porque ele é o Pelé, mas porque chama o jogo e FALA em campo.

Acaba o time de mudos, acaba a falta de referencia, acaba a falta de liderança na frente, acaba a apatia e o time sorri. Eles driblam e dão risada. Vibram com os gols, se abraçam, pulam, vivem o jogo.

Resultado? O Tricolor entra em campo e joga uma partida fantástica diante de um dos maiores clubes do mundo, que é o Cruzeiro.

Teve olé, bola na trave, golaço, drible, raça, suor e, finalmente, paixão!

Aquela cena dos jogadores juntos agradecendo a torcida no meio do campo mostra bem tudo isso. Não é entrar, vencer e sair.

É entrar, sentir o clima, aceitar o jogo, buscar o melhor e sair cansado, suado, morto, mas… com a sensação de ter ido ao limite.

Pode perder! Foda-se, faz parte. Mas aceite o jogo. A covardia não condiz com a camisa do São Paulo.

Ontem, depois de muito tempo, eu vi o São Paulo em campo.

Não aquele que vence apenas. Aquele que apaixona.

Bom te ver de novo, Tricolor.

http://www.ricaperrone.com.br/2010/05/prazer-em-reve-lo-tricolor/

terça-feira, 18 de maio de 2010

tudo pode dar certo


Daqueles que você assiste com um sorrisinho no rosto quase que o tempo todo.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

semeando estrelas

O "Semeador de Estrelas" é uma estátua que está em Kaunas, Lituânia. Durante o dia pode até passar despercebida. Um bronze a mais, herança da época soviética. Mas quando a noite chega, a estátua justifica seu título. Com a escuridão seu nome passa a fazer sentido.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

coisas de japonês

Um mosaico com a imagem do pintor holandês Vincent van Gogh foi criado com 2.070 camisas polo em 24 cores diferentes. O mosaico está em exposição em Tóquio, no Japão. (Foto: Itsuo Inouye/AP)

quarta-feira, 5 de maio de 2010

das telas para os muros de berlim


O artista francês MTO pretende dividir seu gosto cinematográfico com a cidade de Berlim. Dê só uma olhada no que ele já estampou pelos muros da capital alemã