quinta-feira, 30 de setembro de 2010

ute lemper em porto alegre


Foi ótimo o show de encerramento do porto alegre em cena 2010.
No repertório composições de Astor Piazzola, Tom Waits, Elvis Costello, Philip Glass e Nick Cave, além de obras do cabaré alemão e clássicos franceses. A cantora veio acompanhada do piano de Werner Gierig e do bandoneon de Tito Castro.

sábado, 25 de setembro de 2010

últimos 10 dias


De hoje à data da eleição teremos dez dias de manchetes nos jornais e duas edições da Veja. Não sei até quando podem ser publicadas as pesquisas sobre intenção de voto, mas até a última publicação - aquela que, segundo os céticos, é a mais confiável, pois é a que garante a credibilidade e o futuro dos pesquisadores - veremos uma corrida emocionante: o noticiário perseguindo os índices da Dilma para tentar derrubá-los antes da chegada, no dia 3. O prêmio, se conseguirem, será um segundo turno. Se não conseguirem a única dúvida que restará será: se diz a presidente ou a presidenta?


Até agora as notícias de corrupção na Casa Civil não afetaram os índices da Dilma. Estou escrevendo na terça, talvez as últimas pesquisas mostrem um efeito retardado. Mas ainda faltam dez dias de manchetes e duas edições da Veja, quem sabe o que virá por aí? O governo Lula tem um bom retrospecto na sua competição com o noticiário. A popularidade do Lula não só resistiu a tudo, inclusive às mancadas e aos impropérios do próprio Lula, como cresceu com os oito anos de denúncias e noticiário negativo. Desde UDN x Getúlio nenhum presidente brasileiro foi tão atacado e denunciado quanto Lula. Desde sempre, nenhum presidente brasileiro acabou seu mandato tão bem cotado.

Acrescente-se ao paradoxo o fato de que o eleitorado brasileiro é tradicionalmente, às vezes simplisticamente, moralista. Elegeu Jânio para varrer a sujeira do governo Juscelino, elegeu Collor para acabar com os marajás, aplaudiu a queda do Collor por corrupção presumida e houve até quem pedisse o impedimento do Itamar por proximidade temerária com calcinha transparente. Mas o moralismo tornou-se politicamente irrelevante com Lula e, por tabela, para os índices da Dilma. É improvável que volte a ser decisivo em dez dias. Mas nunca se sabe. O que talvez precise ser revisado, depois dos oito anos do Lula e depois destas eleições, quando a poeira baixar, seja o conceito da imprensa como formadora de opiniões.


Mas a corrida dos dez dias começa hoje e seu resultado ninguém pode prever com certeza. Virá alguma bomba de fragmentação de última hora ou tudo que poderia explodir já explodiu? O que prevalecerá no final, os índices inalterados da Dilma ou o noticiário? Faça a sua aposta.

Artigo de Luis Fernando Veríssimo publicado 23/09/2010 no jornal O Estado de S.Paulo

terça-feira, 21 de setembro de 2010

cuando un amigo se va ....



Beto Satragni
21/09/10 - 00:50

Murió ayer a los 55 años. El bajista uruguayo había fundado la banda Raíces con Calamaro, a fines de los ‘70, y formó parte de Spinetta Jade. Groove, candombe y jazz eléctrico.
La música nunca se fue de mi lado. Siempre que pude tocar, lo hice, declaraba como una especie de principio innegociable Luis Alberto Beto Satragni, cuando, un par de años atrás, se preparaba para volver a tocar, en una tercera etapa con sus viejos compañeros de Raíces. Banda que creó en 1977, en complicidad con Roberto Valencia, y que definió el punto de partida de una nuevo tipo de vínculo entre el candombe y el rock.


Es que, desde su bajo, el músico uruguayo plantó bandera ni bien cruzó el río, cuatro años antes, y defendió un sonido arraigado en el Río de la Plata. Primero, como parte de la banda de Moris, “gran maestro del rock argentino”. Luego, como acompañante de una lista de colegas, a la que el tiempo le sumaría nombres propios de estas tierras, y del otro lado del charco más grande.


“Hablamos de una música latinoamericana que deje de esperar lo último de afuera”, disparaba Beto en los comienzos de los ‘80, que presagiaban un pop descontraturado como banda sonora de la post Dictadura.


Para entonces, Satragni ya había registrado B.O.V.Dombe (1978) y Los habitantes de la rutina (1980), ambos con su banda, y ya había formado parte de Spinetta Jade, grupo al que se incorporó en reemplazo de un adolescente Pedro Aznar, que ponía proa a Seru Giran.



Alcanza con escuchar los primeros tramos de Amenábar, o las líneas que construía en Digital Ayatollah, ambos de Alma de diamante, álbum debut de la banda liderada por Luis Alberto, para entender de qué la iba su idea sonora. Una combinación de groove eterno con la melodía ahí, siempre a mano. De jazz moderno con sangre morena. De sutileza y potencia a la par.
Junto a Oscar Moro, uno de sus amigos de sus primeras horas porteñas, parió Moro-Satragni, con la participación, entre otros, de Spinetta, David Lebón, Lito Epumer y Charly García, quien aportó Cómo me gustaría ser negro. Una reivindicación de la negritud que el bajista sostuvo desde el incio de su carrera discográfica, con Esto es candombe.


Después, vendrían El 60, proyecto compartido con Héctor Starc, Fernando Marrone y Juan García Haymmes, y múltiples colaboraciones que lo harían compartir escenarios y estudios con Litto Nebbia, Dino Saluzzi, León Gieco, Miguel Abuelo, David Lebón, el vasco Mezo Bigarrena y sus compatriotas Rubén Rada y Jaime Roos, entre otros artistas.


Pero sin perder jamás de vista su tarea de difusor de su género de origen. “Cuando en la década del ‘70 llegué a la Argentina, hablar de candombe era decir quilombo; realmente se sabía muy poco”, contaba en una entrevista, en 1996, a poco de haber iniciado el segundo período de la banda que había creado con Jimmy Santos, Raúl Cuadro, Alberto Bengolea y Valencia, más tarde reemplazado por un jovencísimo Andrés Calamaro. El resultado fue la edición, en 1995, de Empalme, sucesor del EP Ey Bo Road de 1987.


“Yo siempre a los músicos trato de hacerles escuchar candombe. A muchos de ellos les muestro cosas de Raíces, y también de Eduardo Mateo, muy venerado por todos los músicos uruguayos”, explicaba en la misma charla.


En 2006, decidió volver a radicarse en Canelones, la ciudad oriental en la que había nacido hace 55 años. Allí armó el grupo “Montevideo Grouve”, junto a Nicolás Mora, Martín Georgieff, su mujer, Silvina Gómez y Gustavo Ecthenique.


Satragni le hizo honor a su declaración inicial, y siguió poniendole dedos al largo mástil de su bajo. Fue con Montevideo Grouve. O junto a Panchito Nolé, los hermanos Hugo y Oscar Fattoruso. Con el Negro Rada. O sus viejos compañeros de Raíces, con los que dos años atrás entraron nuevamente a un estudio, con apoyo de Nebbia y Calamaro como invitado, para dar a luz a 30 años, el último registro discográfico de la banda creada en el ‘77. En Uruguay, en Europa o en Buenos Aires, donde hace menos de un mes tocó por última vez, en el Teatro de La Cova.


Después, el cáncer lo obligó a internarse en el Hospital de Clínicas de Montevideo, donde murió poco después de las 23 horas del domingo. Ayer, sus restos fueron trasladados a su ciudad natal, a la que se acercaron familiares, amigos y muchos músicos, entre ellos Rubén Rada, Morales Urbano y Rano Sarbach, para darle la última despedida.
http://www.clarin.com/espectaculos/Beto-Satragni_0_339566225.html

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

já ganhou.....


O humorista Tiririca, candidato do PR a uma cadeira na Câmara Federal, foi um dos que mais arrecadou verba para a campanha eleitoral, segundo declaração ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Francisco Everardo Oliveira SIlva, o Tiririca, encheu o cofrinho com R$ 593,9 mil. Muitos colegas de partido ficaram com pouco dinheiro. O cantor Aguinaldo Timóteo, que também disputa uma vaga em Brasília, declarou ter recebido R$ 184 mil. Já o também humorista Juca Chaves, ou Jurandir Czaczkes Chaves, obteve apenas R$ 1,2 mil.A verba de Tiririca foi praticamente toda bancada pelo partido, o PR. Foram R$ 516 mil, o que demonstra que a legenda aposta no humorista como puxador de votos.
Faça a comparação com outros partidos e candidatos: O tucano Walter Feldman, segundo sua declaração ao TRE, conseguiu R$ 346 mil. Ivan Valente, do Psol, R$ 89,4 mil e o petista Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho, ex-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e da CUT, ficou com R$ 267,2 mil. E até o dinossauro Paulo Maluf (PP) ficou abaixo de Tiririca, com R$ 146,9 mil.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

stacey kent em porto alegre

A cantora americana Stacey Kent traz a turnê do seu mais recente trabalho, Raconte-Moi, gravado inteiramente em francês. Stacey esteve no Brasil pela primeira vez em 2008.14 de setembro às 21h3

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

terça-feira, 7 de setembro de 2010

o mito


Rogério Ceni: a história de um mito e seus 20 anos de trabalho e dedicação
Títulos, recordes e a adoração cada vez maior da torcida. Após vencer a maior lesão da carreira, goleiro comemora marca jogando o fino da bola
Um mito debaixo das traves. Uma máquina de conquistar títulos e quebrar recordes. No São Paulo, ninguém tem números tão expressivos quanto Rogério Ceni. Jogador com maior número de partidas disputadas (924), com o maior número de títulos oficiais conquistados (14), maior artilheiro do clube na história da Taça Libertadores da América (11 gols) e recordista de minutos sem tomar gols no Campeonato Brasileiro (988).
Os recordes se estendem para longe do Morumbi, afinal Rogério é o maior goleiro artilheiro do mundo (90 gols), recordista de jogos no Campeonato Brasileiro (403), foi eleito o craque do Nacional de 2007 e se tornou o único a jogador da América do Sul, em toda a história, a ter participado da eleição final da revista France Football para a eleição da Bola de Ouro (melhor jogador do mundo). Terminou na 27ª colocação na temporada 2007.
Nesta terça-feira, o paranaense de Pato Branco, aos 37 anos, marido de Sandra e pai das gêmeas Clara e Beatriz, hoje com cinco anos, escreverá o capítulo mais nobre de sua história como jogador ao completar 20 anos no clube do Morumbi. Ou, como o próprio camisa 1 diz, a sua segunda casa.
- Eu só tenho a agradecer, principalmente porque o São Paulo é uma extensão da minha vida. Como minha esposa, minhas filhas, tudo que conquistei devo a esse clube. Agradeço ao São Paulo porque todos trabalham para esse clube ser cada vez maior. São 20 anos de muito trabalho, de um trabalho que cada vez me dá mais prazer. Faço tudo aqui com muito carinho, com muito amor – lembrou o jogador, emocionado após receber a placa da diretoria na manhã da última segunda-feira, no salão nobre do estádio do Morumbi.

sábado, 4 de setembro de 2010

quem foi andré luiz?







Dele sabe-se apenas que foi médico sanitarista, , e que exerceu sua profissão no Rio de Janeiro, Brasil. Segundo suas próprias palavras, optou pelo anonimato, quando da decisão de enviar notícias do além-túmulo, por compreender que "a existência humana apresenta grande maioria de vasos frágeis, que não podem conter ainda toda a verdade".
http://www.institutoandreluiz.org/andreluiz.html

Logo depois que chegamos, Chico e o médico passaram a dialogar sobre a figura do prof. dr. Carlos Chagas (1879-1934), médico e cientista brasileiro que se tornou célebre por estabelecer, sozinho e simultaneamente, a etiologia, características patológicas e prevenção de uma nova e grave enfermidade, que em sua homenagem foi denominada doença de Chagas.
A certa altura da conversa, Chico abordou uma questão, que muito me surpreendeu, pois o seu esclarecimento nunca havia sido divulgado. Nesse momento, passamos a anotar a sua fala, como sempre fazíamos, eu e minha esposa, quando ouvíamos algo mais interessante do querido médium. Contou-nos, então, com naturalidade, que, ao terminar a psicografia do livro Nosso Lar, esperava que o seu autor usasse o seu próprio nome da última encarnação. Mas, para sua surpresa, certa noite, estando em desdobramento espiritual, mantendo um diálogo com dr. Chagas, foi informado de que, para não criar problemas ao médium, ele usaria um pseudônimo. E, dentro de um ano, Chico entenderia melhor essa decisão.
A seguir, Chico perguntou-lhe qual pseudônimo ele usaria. Então o autor olhou para o irmão do médium, chamado André Luiz, que dormia na cama ao lado, e disse-lhe que usaria o nome dele. E assim foi feito.
A primeira edição do Nosso Lar foi lançada, pela FEB, em 1944, com prefácio de Emmanuel, datado de 3 de outubro de 1943. E o que aconteceria no próximo ano?
Em 1944, a sra. viúva do renomado escritor Humberto de Campos (1886-1935) pleiteou na Justiça os direitos autorais das obras mediúnicas de Humberto de Campos (espírito) recebidas por Francisco C. Xavier e editadas pela FEB. Surgiu, então, “o caso Humberto de Campos”, caracterizado como escândalo pela grande imprensa. A propósito, disse-nos o Chico: “Foi horrível por causa do alarme da imprensa.” (Ver depoimento do médium em Chico Xavier – o Apóstolo da Fé, Carlos A. Baccelli, LEEPP, 2002, cap. Chico, 89 primaveras!)
Após longa trajetória, o processo chegou ao fim com a absolvição dos réus: o médium e a editora. A partir dessa época, Humberto de Campos, espírito, passou a usar o pseudônimo de Irmão X em seus livros psicografados.
Portanto, é fácil entender a preocupação do dr. Carlos Chagas (André Luiz) em não se identificar como autor de Nosso Lar, que, segundo a programação superior, representava o marco inicial de uma longa série de livros. Era necessário que, além do pseudônimo, o autor espiritual não fosse, de forma alguma, identificado, graças à providência de truncar dados de sua vida, sem afetar o elevado conteúdo da obra.
http://www.folhaespirita.com.br/v2/index.php?q=node/432






Carlos Justiniano Ribeiro Chagas (Oliveira, 9 de julho de 1879Rio de Janeiro, 8 de novembro de 1934) foi um médico sanitarista, cientista e bacteriologista brasileiro, que trabalhou como clínico e pesquisador. Atuante na saúde pública do Brasil, iniciou sua carreira no combate à malária. Destacou-se ao descobrir o protozoário Trypanosoma cruzi (cujo nome foi uma homenagem ao seu amigo Oswaldo Cruz) e a tripanossomíase americana, conhecida como doença de Chagas. Ele foi o primeiro e o único cientista na história da medicina a descrever completamente uma doença infecciosa: o patógeno, o vetor (Triatominae), os hospedeiros, as manifestações clínicas e a epidemiologia.
Foi diversas vezes laureado com
prêmios de instituições do mundo inteiro, sendo as principais como membro honorário da Academia Brasileira de Medicina e doutor honoris causa da Universidade de Harvard e Universidade de Paris. Também trabalhou no combate à leptospirose e às doenças venéreas, além de ter sido o segundo diretor do Instituto Oswaldo Cruz.