quinta-feira, 26 de maio de 2011

sacolas plásticas

Proibição das sacolas plásticas faz consumidor pensar em alternativas sustentáveis

A sanção da legislação que proíbe a distribuição gratuita de sacolas plásticas nos comércios de São Paulo, assinada na última semana pelo prefeito Gilberto Kassab, levantou polêmica entre os sindicatos da indústria plástica e em parte dos usuários.




Apesar de ter sido muito comemorada pelos ambientalistas e consumidores preocupados com o futuro do planeta e os impactos ambientais gerados pelas sacolas plásticas, a decisão levantou questionamentos sobre quais seriam as alternativas às tradicionais sacolas plásticas.



Existem algumas opções como as sacolas feitas com plástico reciclado ou de origem vegetal. Mesmo assim, o consumidor pode optar por alternativas que resultem em menos resíduos descartados nos aterros, que são as ecobags e até mesmo o reaproveitamento de caixas de papelão disponibilizadas pelo próprio estabelecimento comercial.



Uma dúvida frequente entre os consumidores é em relação à reutilização das sacolas plásticas para o descarte de lixo. Assim que a proibição foi divulgada, muitas pessoas se manifestaram alegando que as sacolas não eram simplesmente descartadas, mas ganhavam outra utilidade. No entanto, até para essa função das sacolas plásticas existem alternativas mais verdes, já que as sacolas plásticas levam centenas de anos para se decompor.



O saquinho feito de jornal, ensinado pela blogueira Juliana Valentini é uma das opções, que se destaca porque evita o uso do plástico e ainda reaproveita os jornais que são descartados diariamente. O mesmo pode ser feito através da reutilização das sacolas de papelão, que são ótimas para armazenar os resíduos.



Seguindo esse mesmo raciocínio, aliando-o à reciclagem, as caixas, sejam elas de papelão ou não, podem servir apenas de reservatório temporário dos resíduos recicláveis, assim quando os materiais forem encaminhados à reciclagem, eles podem ser simplesmente depositados nos reservatórios adequados e as caixas serem usadas novamente.



Em declaração à Rede Globo, o governador de São Paulo, Geraldo Alckimin, explicou que o intuito da legislação é “criar uma cultura de ir substituindo um saco que não é biodegradável, que leva de cem a 300 anos para ser incorporado no solo, que tem causado enchentes nas grandes cidades, por outra alternativa, de preferência retornável. Para isso tem tempo, vão ter campanhas e estímulos”.

http://www.ciclovivo.com.br/

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