quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

cannes & marilyn

Marilyn Monroe assopra vela no Festival de Cannes

A diva Marilyn Monroe é a estrela do cartaz de divulgação do Festival de Cannes 2012, que entra em sua 65ª edição
Marilyn Monroe é a foto principal do cartaz do Festival de Cannes 2012, que foi divulgado nesta terça-feira, 28. A homenagem do Festival de Cannes para Marilyn Monroe se dá no ano em que a estrela completaria 86 anos de idade, se estivesse viva. Será a 65ª edição do Festival de Cannes, que será realizado entre os dias 16 e 27 de maio na Côte D''Azur, na França, com júri presidido por Nani Moretti. 
No cartaz do Festival de Cannes 2012 (veja foto acima), Marilyn Monroe aparece em preto e branco, soprando a vela de um bolo dentro de uma limusine. A foto clássica foi tirada por Otto L. Bettmann. Em nota oficial, o festival explica o cartaz dizendo que Marilyn Monroe sopra as velinhas e "celebra um aniversário que pode ser o de Cannes". Leia abaixo outros trechos da nota oficial enviada pelo Festival de Cannes: 

"A foto de Marilyn Monroe retrata a perfeita encarnação do glamour e do festival, figura de um ideal de simplicidade e elegância (...) Marilyn continua, 50 anos após sua morte, sendo uma das figuras mais importantes do cinema mundial, referência eterna e decididamente contemporânea da graça, do mistério e da sedução (...) ela despertava a imaginação em cada uma de suas aparições". 

Norma Jeane Mortensen, a Marilyn Monroe, nasceu no dia 1º de junho de 1926 em Los Angeles, nos Estados Unidos. Marilyn Monroe nos deixou em 5 de agosto de 1962, aos 36 anos de idade. Em 2012, completamos 50 anos da perda de Marilyn Monroe. A estrela de Hollywood ganhou um filme em sua homenagem neste ano: Sete dias com Marilyn, com Michelle Williams como protagonista. 

O ícone chamado Marilyn Monroe continua mais forte do que nunca.
Ainda sobre a foto de Cannes, a organização diz que a estrela está "em um momento de intimidade no qual a mitologia se une à realidade". Esse é o mito Marilyn Monroe! 

sábado, 18 de fevereiro de 2012

pobres árvores de porto alegre

Em maio de 2012, lembraremos os 10 anos de falecimento de José Lutzenberger, e, ao que tudo indica, a ativista indiana Vandana Shiva será uma das conferencistas do Fronteiras do Pensamento deste ano, em evento que homenageará o grande ecologista gaúcho.  Porto Alegre, que já foi sinônimo de preservação ambiental, tem hoje uma população indignada com as recentes atitudes da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SMAM), e a indignação é tão grande que lançaram uma petição pública em repúdio à derrubada das árvores, que são postas ao chão sob a tosca justificativa de que sob suas copas escondem-se os marginais de nossa cidade. Se um espaço público é frequentado por gente suspeita, essa é mais uma razão para que as autoridades invistam em políticas públicas para combater e coibir as ilegalidades. Investimentos em segurança preventiva, como iluminação, instalação de câmeras de vigilância e policiamento efetivo adequado.
Esse movimento de indignação popular intensificou-se recentemente com a derrubada de uma figueira na Praça Otávio Rocha e ganhou novos adeptos nesta última quinta-feira, quando moradores da Rua dos Andradas, no Centro Histórico, choraram mais uma vez: a SMAM, em pleno verão, mandou decepar (podar?) as árvores da Praça Brigadeiro Sampaio. É lamentável que isso esteja se tornando frequente e que o argumento usado seja sempre o mesmo, o de que as árvores estão servindo de abrigo para os meliantes. Dona Claudete, moradora das imediações e frequentadora do espaço, não escondia sua indignação: e desde quando marginal dá em árvores? perguntava. Como ela e dezenas de outros moradores, eu também frequento essa praça, para onde alguns levam seus filhos, e outros, os seus cachorros. Durante o dia procuramos a sombra das árvores pra fugir do calor escaldante. E a SMAM, que deveria plantar árvores, contribui para que a situação piore ainda mais! Lembro que a época de podas geralmente acontece entre junho e julho, e não agora, quando a planta está em plena atividade, cheia de vida. Uma lástima e uma tremenda falta de bom senso, ou seria falta de conhecimento?
Percebe-se que a SMAM age sem atender à demanda e às reivindicações dos cidadãos. Uma moradora do entorno da Praça dos Cata-ventos, no Jardim do Salso, viajou para o Uruguai no início de fevereiro, e antes da viagem havia contatado a referida secretaria por três vezes, pedindo que solucionassem o problema da derrubada de arbustos e árvores naquele espaço. Até o momento, nenhuma resposta da Prefeitura! Agora ela está pensando em organizar um mutirão para ajudar as “meninas” que estão literalmente tombadas no chão!
Já quem vive ou transita na zona Norte de Porto Alegre, nas proximidades da Plínio Brasil Milano, nas imediações da Avenida Andaraí, percebe, além da explosão imobiliária, com imensos prédios residenciais, o mau cheiro predominante, que se intensifica nos dias de calor, devido ao esgoto a céu aberto em que se transformou um riacho que passa entre as ruas José Scutari e Luiz Cosme. Será que a Prefeitura não percebeu ainda o problema e não fará nada para mudar esse quadro?
José Lutzenberger também foi homenageado recentemente na abertura do II Encontro Brasileiro de Secretários do Meio Ambiente, evento que aconteceu durante o Fórum Social Temático e que foi promovido pela Câmara dos Deputados. Na oportunidade, cada Secretário recebeu um exemplar de seu último livro, “Garimpo ou Gestão”, organizado pela jornalista Lilian Dreyer. Tudo indica, no entanto, que os representantes da pasta, em nosso município, até hoje não leram a obra. Porto Alegre está se tornando uma cidade que reverencia os seus antepassados, mas de nada adianta cultuarmos a memória dos mortos se não aprendemos com estes o verdadeiro valor de suas atitudes. Pedimos às autoridades responsáveis, como o Ministério Público, Delegacia Ambiental e IBAMA, que analisem as ações da Prefeitura de Porto Alegre e avaliem a legalidade ou ilegalidade das medidas antiecológicas adotadas nos últimos tempos pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente de nossa cidade.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

luis alberto spinetta

Murió Luis Alberto Spinetta

El emblemático músico, de 62 años, falleció tras luchar contra un cáncer de pulmón diagnosticado el año pasado 
Uno de los mayores referentes del rock nacional, murió tras luchar contra un cáncer de pulmón diagnosticado en julio del año pasado.
El músico de bandas como Almendra y Pescado Rabioso había hecho pública su enfermedad el 23 de diciembre último, en medio de confusas versiones en torno a su salud. Lo hizo a través de unaemotiva carta, difundida a través de la cuenta de Twitter de uno de sus hijos, Dante.
"Desde el mes de julio sé que tengo cáncer de pulmón. Estoy muy cuidado por una familia amorosa, por los amigos del alma, y por los mejores médicos que tenemos en el país. Ante el aluvión de información inexacta, quiero aclarar públicamente las condiciones de mi estado de salud. Me encuentro muy bien, en pleno tratamiento hacia una curación definitiva", escribió el "Flaco".Desde entonces, recibió el apoyo desde el ambiente artístico, donde logró instalarse como un músico de referencia. El mismo ambiente que hoy lo llora en silencio o a través de las redes sociales.
El mes pasado, el músico se sometió a una intervención quirúrgica por una perforación intestinal por divertículos, desvinculada del cáncer de pulmón, y estuvo internado 25 días, entre los que pasó su 62° cumpleaños.
Icono del rock nacional, formó bandas desde Alemendra, en 1967, a la que les siguió Pescado Rabioso, Invisible, Spinetta Jade, hasta dedicarse a su carrera como solista, a mediados de los 80. En 2007, Artaud , el tercer disco que lanzó con Pescado Rabioso, fue elegido el Mejor Disco del Rock Nacional por Rolling Stone.
En diciembre de 2009 rememoró todos esos pasos con un show único y ahora mítico en el Estadio Vélez Sarsfield. A partir de ese momento, sus presentaciones fueron más esporádicas aunque siguió liderando la grilla de los principales festivales locales.
El guitarrista era padre de cuatro hijos: Dante, Catarina, Valentino y Vera.